Sempre tento mapear os meus sentimentos. Raríssimas vezes não soube como traduzi-los, ainda que através de olhos, de lábios, silêncio, águas...

19
Mai 09

"Quando eu morrer não façam harpas dos meus nervos"

Deixem-nos presos ao que restou de lírico no corpo mudo. Cada respiração soe como uma nota oitavada prova de que meu corpo ardia. Não arrematem os meus desejos ou façam souvenires de minhas lembranças. Sobretudo você, José, porque são suas. Dormirão em mim como um poema.

 

(Extraído do livro "O Adestrador de Sentimentos" de Stella Tavares Publicado em 2007)

publicado por STELLA TAVARES às 23:34

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